Friday, April 26, 2013

in reality? anastrophically? dwells it (with)in



There are, of course, so many gaps that become very easily "lost in translation" when you attempt to give them any sense—in a foreign language. Lines can regain such natural vigor or roundness; the breath of each syllable—after every single word-by-word they, the phonemes, give rise to in the "new translated-into-new-winds" discourse-river—being imbued with a flourish tune or coming to its dramatic point; the lines, and the degree of their ease or disease, as if shaping the rhymes and rhythms and even the variants of the mainstream language, and its fluidity, or authority, or simply speechless behind-the-lines… The cadence, its decadence… It's truly an adventurous slog-hike to translate, and even more to translate poetry, lyrics, poetry. There's much to be "lost in translation," says, for instance, Eva Hoffman. Appreciated and agreed on my part. I even dare to append, "there's a 'myriad of much' to forgo and sacrifice when you translate, especially poetry-lyrics. The rhymes?, a labyrinth in cadence(s)?, impeccable rhythms?, the significance(s)?, what's more?, what for? I apologize in advance for this extremely unpretentious attempt of mine at translating into English that splendid Brazilian poem-lyrics, written in 1954 by Monsueto, a samba-composer from Rio de Janeiro. This version I bring you herein was arranged and produced by the giant Jards Macalé, and recorded in 1972 by Caetano Veloso during his exile in London, England, shortly before his return to Brazil. In sum, if it is somewhat impossible, as you know, to not "sacrifice" this or that, here the rhythm and the percussion cadence for both the lyrics and the musical harmony claimed to be preserved. So they were—I tried to, wish and hope so. Something extraordinary, dazzling, and beautiful—yes, it is, this song! Excellent listening and "fluting-with" and drinking and dancing-with—it…for you all! Tim-tim!





Saturday, April 20, 2013

ah... pra nova casa da gente... é, não é?



Our house is a very, very fine house
With two cats in the yard
Life used to be so hard
Now everything is easy
'Cause of you              
And our la, la, la, la, la...


video
Our house Crosby et al.
Penso, sim. Numa infinidade de flores sendo postas. Que cena! Boniteza pra uma vida (em) toda. Nossa. A nossa. Sem drama, please? Vejo assim. Sempre quis assim. Amar-amando... e precisa(ria) mais? Você sabe. Que não. O vaso, ah... aquele mesmo vaso de balaios sem fim, lembra? Que você, e eu, e nós, the little faces and all of us, e tudos, nós em cinco, five of ours, enfins... Compradas hoje. Que foram. Flores, as flores, tão elas – flores! Pra nós. São horas e mais horas e são e serão – e(m) som. Assim tal. Todas as noites você cantará pra mim. Sim? Eu via a gente sempre desse jeito, né? Realidade pra viver sorrindo. E sonhando. E vontadeando muito, com cada dedinho. Ou todo o resto. Eu te canto, minha joaninha-margarida. My moon-tum, yumtum, my butterfly... E(m) (mim), e eu mesma... Há, há, há. Yes, yes...those battailons of pain I have...armies, continents of pain... Há e há e há. Tantas imensidões de tãos, sabe? Dor, a dor, a dor... da gente, humanos em nós. Mas eis que eu. Tenho você. Tenho, não tenho? Quero, sim. Pra sempre, sim. E nos tenho. Digo assim, tá? Posso? Por favor? É sincero, muito bonito, eu prometo. Come to me now and rest your head for just five minutes, everything is good, such a cozy room. Nossa casa. Nossa. Com dois gatos no quintal. Nhinhinha e Miguilim. E tantos mais que quiserem visitar ou se aconchegar da gente. Não é? Fazendo infinitos cangurus no nosso colo. Ah... Que delícia. Eles. Que delícia a gente. Eu sempre acreditei. Em nós. Sempre quis. Tenho pra mim que nunca deixarei. De amar. Você. Em mim. A gente pra você e pra mim. Prometo? Sim e sim. Cante pra nós, por favor, eu peço, eu quero, e tão lindamente sonho... sim... As suas, as nossas. Músicas de amor. E calorosas. Como era bom... tudo isso era muito bom... Ah, misfit-me, double-meE é. Ainda é. E será, seremos, serão muito assim-tais: as coisas nossas todas, na casa nova da gente. Sim? Our house...our house...our house. Ours.

Saturday, April 13, 2013

pra você, com todo o meu gosto de nós


como na poesia
bem que você podia
pintar na sala
da minha tarde vazia

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Ausência | Itamar Assumpção