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E quando a gente se sente assim... com vontade muita de agradecer, mas não tão-só ir num de retribuir mostrando-se grata? Faz o que a gente então? Agradece? É que, neste caso, fica sendo pouco da parte nossa – eis a complicadura! Que nem tanto. Pois que se a gente pensa que nada de contradicência tem mesmo nisso – sentir tal coisa e às vezes escassear palavreio para... Triplicando As, em circunstância esta. Se pra agradecer, eu diria que isso apenas se: Ademais, Afora, Além (disso) num de propriamente – a tal querência de... agradecer.
Tomo então emprestado o dito de uma muitíssimo querida – a Tatiana Carlotti. Agraciada! Foi como aprendi com ela a dizer quando isso de a gente se sentir... agraciada, pois ora! Em lisonja sincera. Honrada – num de fato. Como mesmo eu me senti. E daqui pra frente um muito mais.
Se agraciada, a querência toda minha no de agora é esta mesma – a de agraciar. Fazia tempo em bastantes que eu vinha, mineirice de fato minha, lendo e gostando muito e desfazendo pra refazer dentro e ouvindo e sentindo um lugar-virtualidade, que nunca que tão-só, mas muito desses a que a gente vai quando pra ler intrigamentos e apreciar um bocado mais de deliciuras por lá.
O meu agraciamento é, pois, o de agora estar mais perto, mesmo que antes também, mas agora perto e lá propriamente perto daqueles cujos muitotudos eu já de há muito vinha... apreciando e ressoando e... deixando desvairadas cá as delícias todas dacolá. Que agora em muito mais cá.
Agraciada eu, Página Cultural, por terem-me recebido com tanta generosidade. A mim e aos meus coelhinhos – ficcionismos nossos. Se em lisonja, é mesmo que num de sincero... mesmo! Vocês também de cá, meus queridos... zás pra lá, muito mais até que por aqui. Textos da Página muito interessantes. Uma deliciura! Conto-os todos, muitos sei de sabedura entranhada desse jeito mesmo na gente, sabem? Mas... Psiu! Que nada! Melhor vocês mesmos por lá, conferindo e apreciando, como eu.
Escrevo agora pra Página triplamente-mês. Ficcionismos. Vomitando por ali também os meus tais coelhinhos. E eles cismam, já me segredaram, que todos prenhes de novíssimos contornos. Senão vejamos...
Acho que sim – agora! Não? A vocês da Página Cultural redigo que eu cá... agraciada! Vamos então todos lá?
    

Comments

Helena Frenzel said…
Deixei um recadinho pra você lá no meu Blog. Arriscar demais, mas... pagar pra ver! Lá foi, agora é tarde, o post é "Coisas da vida, assim diferentes, assim...". Espero que não queira me processar por isso. Eu ando por aí, catando coisas legais, diferentes, e quando acho que vale ou parece valer a pena, divulgo. Um abraço fraterno!
Guimarães Lobo said…
Seus neologismos e sua nova semântica aproximam-se bastante do Manoel de Barros. Poeta que o Cine Paiol trás dia 10 de junho pelo Documentário "Só dez por cento é mentira"
Será divulgado no Página, mas convido vc a adicionar no face que ficará sabendo de mais detalhes.
Abraços.

Lobo Guimarães
Obrigado Carol,pelos elogios e pela amizade. Boa sorte!

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