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sentido avesso alucina o pêndulo

termino a hora dentro me indispõe os duplos voltam e não cesso
o gosto tapo e vejo o tempo-ausência que esquiva ausência e maldiz meu gozo
o termo instaura distância e eu para onde? sem  demora
sentido em transe que despreza a parte disposta a minha maldita insana
imagem torta que despreza o gesto remoto e ela arruína a casa
o medo ignóbil da não resposta que faço? obscuro engano fora
as outras e eu pendência-coisa de um tempo agora
saídas – lacraram com desdém a chave de um canto o peso sem rosto flutua o dela que cresce o medo da réplica que demora
o além no chão cimento oco

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