Saturday, May 14, 2011

toc-toc-toc

t


E quando a gente se sente assim... com vontade muita de agradecer, mas não tão-só ir num de retribuir mostrando-se grata? Faz o que a gente então? Agradece? É que, neste caso, fica sendo pouco da parte nossa – eis a complicadura! Que nem tanto. Pois que se a gente pensa que nada de contradicência tem mesmo nisso – sentir tal coisa e às vezes escassear palavreio para... Triplicando As, em circunstância esta. Se pra agradecer, eu diria que isso apenas se: Ademais, Afora, Além (disso) num de propriamente – a tal querência de... agradecer.
Tomo então emprestado o dito de uma muitíssimo querida – a Tatiana Carlotti. Agraciada! Foi como aprendi com ela a dizer quando isso de a gente se sentir... agraciada, pois ora! Em lisonja sincera. Honrada – num de fato. Como mesmo eu me senti. E daqui pra frente um muito mais.
Se agraciada, a querência toda minha no de agora é esta mesma – a de agraciar. Fazia tempo em bastantes que eu vinha, mineirice de fato minha, lendo e gostando muito e desfazendo pra refazer dentro e ouvindo e sentindo um lugar-virtualidade, que nunca que tão-só, mas muito desses a que a gente vai quando pra ler intrigamentos e apreciar um bocado mais de deliciuras por lá.
O meu agraciamento é, pois, o de agora estar mais perto, mesmo que antes também, mas agora perto e lá propriamente perto daqueles cujos muitotudos eu já de há muito vinha... apreciando e ressoando e... deixando desvairadas cá as delícias todas dacolá. Que agora em muito mais cá.
Agraciada eu, Página Cultural, por terem-me recebido com tanta generosidade. A mim e aos meus coelhinhos – ficcionismos nossos. Se em lisonja, é mesmo que num de sincero... mesmo! Vocês também de cá, meus queridos... zás pra lá, muito mais até que por aqui. Textos da Página muito interessantes. Uma deliciura! Conto-os todos, muitos sei de sabedura entranhada desse jeito mesmo na gente, sabem? Mas... Psiu! Que nada! Melhor vocês mesmos por lá, conferindo e apreciando, como eu.
Escrevo agora pra Página triplamente-mês. Ficcionismos. Vomitando por ali também os meus tais coelhinhos. E eles cismam, já me segredaram, que todos prenhes de novíssimos contornos. Senão vejamos...
Acho que sim – agora! Não? A vocês da Página Cultural redigo que eu cá... agraciada! Vamos então todos lá?
    

3 comments:

Helena Frenzel said...

Deixei um recadinho pra você lá no meu Blog. Arriscar demais, mas... pagar pra ver! Lá foi, agora é tarde, o post é "Coisas da vida, assim diferentes, assim...". Espero que não queira me processar por isso. Eu ando por aí, catando coisas legais, diferentes, e quando acho que vale ou parece valer a pena, divulgo. Um abraço fraterno!

Guimarães Lobo said...

Seus neologismos e sua nova semântica aproximam-se bastante do Manoel de Barros. Poeta que o Cine Paiol trás dia 10 de junho pelo Documentário "Só dez por cento é mentira"
Será divulgado no Página, mas convido vc a adicionar no face que ficará sabendo de mais detalhes.
Abraços.

Lobo Guimarães

Sérgio Evangelista said...

Obrigado Carol,pelos elogios e pela amizade. Boa sorte!